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Real Duet #2: Real Good Love » Meghan March

Depois do fim bombástico de Real Good Man, chegamos ao desfecho da história de Logan e Banner em Real Good Love.

Como eu disse na primeira resenha, a Meghan tem esse jeitinho de terminar os livros de suas séries e duetos bem no ápice da trama. Se você não quiser esbarrar em algum spoiler é melhor manter cuidado ao continuar a ler essa resenha.

Descubra: Real Good Man, primeiro livro do Real Duet.

Uma das coisas que eu mais gostei do Real Good Love foi o fato dele começar exatamente onde o outro terminou. E dele eliminar logo de cara todas as pontas soltas que o outro deixou. Logo nas primeiras páginas você descobre quem foi o responsável por despejar Banner no primeiro livro e outras coisas assim.

Depois de um tempo na pequena Golden Haven, numa rotina conto de fadas, Banner tem que abruptamente voltar para NY. Enquanto nosso homem de verdade fica em sua cidade natal com uma grande interrogação.

Será que Banner está grávida dele e não lhe contou?

Agora que Myrna, a vizinha, devolveu sua vida na Big Apple. Deixando para ela tudo o que tinha em herança o que será do relacionamento deles?

Enquanto Banner está na cidade grande se adaptando a ser uma milionária. Percebendo que não tem Brandon da calçada, sushi ou Starbucks que a faça desistir do Kentucky. Logan está vendo sua pequena cidade passar por um mau momento.

– Eu posso ter encontrado Logan Brantley apenas uma vez, mas ele não me pareceu um homem estúpido. Você é mais do que suficiente. Ele tem muita sorte de você estar com ele. Você é um prêmio, Banner. Nunca se esqueça disso.

Nesse momento, me lembro de que, às vezes, você só precisa de uma conversa estimulante de sua melhor amiga para consertar seu mundo.

No primeiro livro vemos um pouco da epidemia de drogas na cidade, mas nesse livro ela fica mais presente. E pior, respingando nos nossos personagens queridos.

A gente conhece um pouco de Logan adolescente no livro anterior, aquele clichê de jovem rebelde com uma ficha não tão limpa na policia e tudo mais. Bem longe do homem que a vida, o exército e os objetivos dele o transformaram. Em Real Good Love essa imagem de homem de verdade de Logan, começa a ruir, mas não de verdade.

A autora nos leva por uma trilha de migalhas que nos faz ver Logan com os olhos dos habitantes da pequena cidade. Ainda como o adolescente transgressor afinal, que a qualquer minuto vai fazer algo errado. Só que dessa vez, com todas as pistas das explosões das casas de metanfetamina viradas para ele ou seus amigos, parece que as “brincadeiras” de adolescente ficaram para trás.

Descubra: Savage Prince, primeiro livro da nova trilogia da Meghan March.

Mesmo que o problema central do Real Good Love seja pesado, a Meghan tratou tudo de uma forma bem leve, afinal de contas esse é um romance água com açúcar para deixar a gente mais leve. Mesmo assim, há momentos de tensão bem dosados e que só contribuem para a trama.

Banner e Logan continuam muito divertidos, eles são um casal ótimo e é legal ver o amor crescendo neles e as peripécias que isso causa aos dois.

O final do livro é bem romantico e aquieta aquele nosso lado “quero saber mais”. Não sei se vocês são assim, mas eu sempre sofro com finais de livros, por mim eles poderiam não acabar nunca. Por isso a tendência que eu tenho a gostar de livros grandes, de mais de 300 páginas e de séries gigantescas.

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