365 DNI é um filme que entrou para o catálogo da Netflix e vem fulgurando nas primeiras colocações do top 10 do serviço de streaming. Entretanto, o que muita gente não sabe, é que o filme é uma adaptação para o livro de homônimo escrito pela Blanka Lipińska.

Livros esses que ainda não chegaram aqui no Brasil. Mas que quando foram anunciados que seriam adaptados fizeram bastante burburinho no meio literário.

História

Para quem não entendeu muito bem o plot de 365 DNI, agora eu vou tentar explicar um pouco com as pesquisas que fiz, afinal o livro não tem nem sua versão em inglês e ainda não estamos poliglota para ler em polonês.

Mas então a história acompanha Massimo, chefe da mafia da Sicília. Que após passar por um evento traumático fica com a imagem de uma jovem na cabeça e então passa a procura-la. É assim que chegamos a Laura, que para comemorar seu aniversário viaja para a Sicília e então acaba sendo sequestrada (isso mesmo, sequestrada!) por Massimo. Massimo então explana seus planos para Laura, ela tem 365 dias (365DNI) para se apaixonar por ele.

O Filme

O filme em si é muito bem feito. Apesar dos pesares (irei explicar mais a baixo) a fotografia do filme é impecável. Os atores tem uma boa química, e atuam bem. A direção muito bem explorada. A trilha sonora é sensacional. E apesar de não esperarmos muito de um filme independente, pois é esse primeiro filme não foi produzido pela dona Netflix, e sim pela própria autora dos livros. Então como eu disse apesar dos pesares, o filme é um bom passatempo. Mesmo deixando a desejar no quesito história.

Qual a minha opnião sobre 365 DNI?

Então pessoas, já venho deixando meio explicito minha opinião ao longo do texto. Não tive (e nem tenho) expectativas de ler os livros. Os filmes provavelmente irei acabar assistindo, afinal já embarquei nessa história, preciso terminá-la. Mas eu não consigo comprar essa ideia de ser sequestrada para se apaixonar. E olha que já li/vi cada filme… Eu acabei sendo a escolhida (mentira, me voluntariei) para acabar com minhas férias do blog (tá sumida, né minha filha?) e vir falar pra vocês sobre essa BOMBA.

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Eu assisti ao filme por outros meios, antes mesmo dele ganhar notoriedade e ir parar na Netflix. Confesso que estava curiosa para saber o que iriam fazer para adaptar um livro tão problemático.

Quem quiser entender o que estou falando de problemático, além da óbvia síndrome de Estocolmo, recomendo (para quem gosta de spoilers) ler algumas resenhas dos livros no Goodreads. Não consigo entender o que as pessoas estão achando tão maravilhoso nessa história.

Claro que 365 DNI é +18, tem uma direção muito bem feita e tem muitas cenas de bom gosto sem serem explicitas, mas fora esses pontos, não consigo aceitar a história, o que acaba perdendo totalmente o apelo para mim.

Muitas pessoas vão acabar comparando o filme com 50 Tons de Cinza, mas sua única semelhança é dividir o mesmo público. Afinal, se ele tivesse sido uma superprodução Hollywoodiana, ele não poderia ter tido nem 1/3 das cenas que tem.

Enfim, minha opinião é de que é um bom passatempo para ser visto por quem tem a faixa etária correta. Mas esqueceram a história no churrasco de domingo antes da quarentena. Ainda me pergunto o que a Blanka tinha na cabeça quando começou a escrever 365 DNI.

Bônus

Se você chegou até aqui é porque já assistiu ao filme e se deleitou com toda a presença do Michele Morrone (Massimo). Então, além de gato e gostoso o ator italiano também é dono de uma voz irresistível e ele que canta várias músicas da trilha sonora sensacional do filme. Então se você também gosta de trilhas como eu, corre na sua plataforma de música preferida e procura por ele. Vou deixar aqui o clipe de uma das músicas.

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